Atrações
Dinho Nascimento "Ser Hum Mano"
Com conhecimento dos ritmos étnicos e adepto das fusões musicais,
o percussionista, compositor e cantor, baiano radicado em São Paulo,
capoeirista na essência, mestre Dinho Nascimento acrescentou novas sonoridades
à música brasileira, especialmente ao fazer deslizar um copo
na corda do berimbau para conceber a melodia do blues e ao criar seu berimbum,
berimbau super-grave com corda de contra-baixo também citado na enciclopédia
"Popular Music of the World" publicada por Richard P. Graham e N.
Scott Robinson em Ohio, USA (www.nscotrobinson.com.br).Dinho Nascimento possui
três CDs: BERIMBAU BLUES (que mereceu o X prêmio Sharp de Música
em 1997), GONGOLÔ, lançado em 2000, dirigido por Ronaldo Rayol,
e SER-HUM-MANO, lançado em 2006, dirigido por seu filho Aluá
Nascimento, todos do selo independente Genteboa e distribuídos no Brasil,
pela Tratore.
Saci Urbano, por Thiago Vaz
Produção de um painel com a intervenção/interação
da comunidade presente, ou seja, todo o pessoal que quiser participar vai
contribuir pintando Saci, bem pequeno, até preencher o desenho painel:
um Saci coletivo. Thiago Vaz é: grafiteiro, Ilustrador, educador, comunicador
e produtor cultural. Trabalha com artes visuais desde 97, hoje é formado
em comunicação social pela Faculdade Editora Nacional (FAENAC).
Em ilustração e comunicação, o artista Thiago
Vaz atua como colaborador da editora: Momento Editorial. Que publica as revistas:
A Rede (tecnologia para a inclusão social) e Wireless mundi (a revista
da mobilidade social). Na educação, Vaz trabalha como instrutor
de artes na Instituição Lar Espirita Bezerra de Menezes (LEBEM),
que realiza oficinas lúdicas que complementam a educação
das crianças e adolescentes nos bairros pobres das periferias dos municípios
de Mauá e Ribeirão Pires. Na Cultura, Vaz colabora com a Respeitada
ONG Ação Educativa, atuando no Núcleo de Grafite do centro
de juventude, cultura e mobilização social da ONG. Todo dia
27 de março o núcleo de grafite, organiza o mais importante
evento de grafite no qual se comemora o dia nacional do Grafite, sempre em
Homenagem ao dia da morte do pioneiro dessa arte no Brasil, o artista Alex
Valauri. Hoje, o tema central de seu trabalho é o folclore popular
brasileiro ou o reconhecimento e a valorização do patrimônio
cultural-nacional. Que vão desde intervenções com personagens
tais como o saci-urbano até os grafites com referências da arte
indígena, indicando sempre o povo que a faz em sua cultura ancestral.
Para tal efeito o artista fez recentemente na Amazônia, uma pesquisa
sobre esta arte para ilustrar a matéria "Floresta digital",
que será publicada em Wirelles Mundi (a revista da mobilidade digital).
Grupo Pererê
O Grupo Pererê nasceu em 2007 com o Projeto "Contando e Cantando
Histórias" que foi pensado, criado e cuidadosamente confeccionado
por educadores e arteiros que há tempos pesquisavam e refletiam sobre
a produção cultural para a criança. Em suas apresentações
integra diversas linguagens artísticas: manipulação de
bonecos, estímulos sonoros e visuais que possibilitam que a criança
se aproprie devidamente dessas linguagens e, o mais importante, desses elementos
folclóricos pertencentes à nossa cultura brasileira. No CD Contando
e Cantando Histórias (indicado ao Prêmio da Música 2009
na Categoria Especial - Disco Infantil), o Grupo Pererê - Maíra
Simões, Luciana Catarina e Renato Murakami - passeia pelo universo
das lendas e mitos do imaginário popular brasileiro: lendas indígenas,
sacis, curupiras e lobisomens povoam suas canções que são
apresentadas por divertidas e deliciosas narrativas de causos e dessas próprias
lendas.
Trio Jacarandá - "Canções Populares de Villa-Lobos
Resultado de profunda pesquisa sobre a obra de Villa-Lobos empreendida pela
jornalista e cantora Jurema Galle, este show do Trio Jacarandá reúne
as canções que melhor se alinham ao canto popular, entre elas
destaque para as parcerias de Villa-Lobos com os poetas Manuel Bandeira (incluindo
a íntegra das Bachianas n.5 - Ária e Dança - Martelo)
e Ferreira Gullar (Trenzinho do Caipira, Bachianas n. 2); as harmonizações
de canções de domínio público, a partir de partituras
editadas na França na década de 30, ou no livro "Guia Prático",
tais como: O Rei Mandou me Chamar, Remeiro do Rio São Franscisco; Na
Corda da Viola, Que Lindos Olhos; Rosa Amarela; harmonização
de canção de Mario de Andrade (Viola Quebrada), modinhas, a
Seresta n. 5, parceria Villa-Lobos-Donga (Uma Estrela Sorri) e parte da trilha
do filme Green Masons - A Floresta do Amazonas. A partir da formação
do Trio - dois violões e voz - o projeto inova ao transcrever para
o violão partituras que, em sua maioria, foram escritas originalmente
para piano. As canções são apresentadas com a voz uma
oitava abaixo. Importante ressaltar que a utilização de dois
violões, sendo um deles de sete cordas, possibilitou que as partituras
de Villa-Lobos para piano fossem mantidas na íntegra. E esse rigor
nas transcrições é uma das preocupações
do Trio Jacarandá. Com isso, dá-se roupagem popular à
obra do grande mestre, sem no entanto reduzir sua riqueza rítmica,
melódica e harmônica, que é percebida pelos ouvidos menos
atentos até nas suas composições mais simples.
O musicólogo Vasco Mariz catalogou mais de 100 canções
do maestro e assegura que só a obra vocal de Villa-Lobos, "importantíssima,
genial por vezes, bastaria para imortalizá-lo". Com "Canções
Populares de Villa-Lobos" , o Trio Jacarandá marca, em São
Luiz do Paraitinga, os 50 anos da morte de Villa-Lobos (5/3/1887 - 17/11/1959).
Ficha Técnica: Concepção Geral e Repertório, Jurema
Galle; Direção Musical, Ruy Weber; Voz, Jurema Galle; Violão
7 Cordas, Ruy Weber; Violão, Marcos Coin.
Tempo de Brincar
A Cia Tempo de Brincar nasceu com a união da atriz Elaine Buzato ao
Músico e Compositor Valter Silva. Com um trabalho de pesquisa e criação
a partir da Cultura Popular Brasileira em suas diversas manifestações
como a música, o teatro, os contos, lendas e mitos, as festas e crenças,
a Cia Tempo de Brincar criou os espetáculos Tempo de Brincar, Cantigas
de Amor para um Coração e Histórias Folias e Cantigas
de Natal, todos destinados não só ao público infantil,
mas a crianças de todas as idades.
Ivan Villela
Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a importantes prêmios
da Música Brasileira: Interações Estéticas - FUNARTE,
Rival-BR (Orquestra Filarmônica de Violas) 2005, indicado na categoria
Atitude. Paisagens (solo) 1998, Prêmio Sharp, indicado como Revelação
Instrumental. Espiral do Tempo (Anima) 1997, Prêmio Movimento de Música
Brasileira - melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação
Paulista dos Críticos de Arte) - melhor conjunto de câmara e
indicado à Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura -
SP, Trilhas (Trem de Corda) 1994, duas indicações ao Prêmio
Sharp. Desde 1996, realiza apresentações no exterior tendo tocado
na Espanha, França, Inglaterra, Itália e Portugal realizando
concertos e conferências em salas de espetáculos e universidades.
É diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas. Endorsed
das cordas Giannini, é idealizador da ONG Núcleo da Cultura
Caipira e responsável pelo projeto de criação de um curso
superior de música que utilize uma metodologia brasileira de ensino,
proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté,
SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão a
partir do libreto de Jehovah Amaral. É professor da USP (Universidade
de São Paulo), além de atuar em diversos festivais de música
do País e ministrar seminários sobre Cultura Popular Brasileira,
Harmonia Modal, Estética e História da MPB e Viola Caipira.
Trabalha como pesquisador há vinte anos, enfocando manifestações
da cultura popular em Minas Gerais e interior de São Paulo. Consultor
musical do Museu da Pessoa no projeto de criação do portal sobre
o Clube da Esquina (2004). Idealizou e coordenou o seminário Caipira:
cultura, identidade e mercado, no Instituto e Artes, na Unicamp (2003) e o
Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola (2004 e 2005).
Atualmente realiza espetáculos com os irmãos Ná e Dante
Ozzetti.
Os "Estrambelhados"
A banda "Estrambelhados" representa uma nova geração musical na singular cidade de São Luiz do Paraitinga. Tem como intuito pesquisar e divulgar a cultura popular, auxiliando na divulgação dos grupos folclóricos locais - congadas, moçambiques, folias, assim como zelar pela continuidade da tradição musical da cidade. Como influências da Banda "Estrambelhados" surge como natural escola símbolos locais como: "Paranga - importante grupo musical regional que participou do movimento "Lira Paulistana" nos anos 80; Elpídio dos Santos - principal compositor das trilhas sonoras dos filmes de Mazzaropi; e a Corporação Musical de São Luiz de Tolosa - fundada há mais de duzentos anos e que é, ainda, referência em quaisquer festas de São Luiz do Paraitinga. Componentes: teclado e voz: Netto Campos; violão e voz: Rodolfo Santana; viola caipira, violão e voz: Leandro Barbosa; violão: Rafael Cursino; percussão: Rafael Ramos (Gu); bateria: Paulo Ricardo (Buiú); contrabaixo: Renato Frade; saxofone: Leonardo; trombone: Flávio; e trompete: Lucas.
Grupo de Pífanos Flautins Matuá
O Grupo de Pífanos Flautins Matuá iniciou suas atividades no início de 2002 com um grupo de universitários da Unicamp que se encontravam para trocar melodias, cantos, partituras e ritmos. A diversidade artística envolveu novos curiosos que independentemente de saberem tocar um instrumento traziam em seus sorrisos o desejo de estarem ali. Nesse cenário criatividade ganhou asas e hoje o Grupo de Pífanos Flautins Matuá é composto por seis tocadores de Pife e cinco percussionistas, que buscam o pluralismo musical e cultural, inspirado em manifestações populares brasileiras. O grupo integra pessoas das mais diversas áreas do conhecimento e de diversas regiões do país caracterizando um movimento contínuo de pesquisa, releitura e criação no âmbito da cultura popular.
A uma nova geração musical na singular cidade de São
Luiz do
A banda Flávio; e trompete: Lucas.
Banda Izé Mangolô - Na Cozinha do Saci
A banda Izé Mangolô surgiu em Santo André (SP) da iniciativa
de jovens artistas que pesquisam as batidas das manifestações
populares brasileiras, com outros que tocam MPB. Decidiram, então,
reunir-se para fazer uma fusão mística e principalmente contagiante.
A salada musical que apresentam é de fácil digestão e
de ótimo sabor, principalmente para aqueles que se deleitam com as
inovações da música popular brasileira. Nessas pesquisas
foi possível conhecer e descobrir diversos ritmos e danças que
fazem parte e que contam a história do povo brasileiro. E também
que esses ritmos muitas vezes estão limitados aos seus lugares de origem.
A intenção da banda Izé Mangolô é torná-los
conhecidos também no território urbano, trabalhando, então,
essa fusão entre as músicas "urbanas" e os ritmos
"rurais". Acompanhada de poesias e cordéis, as apresentações
do grupo são regadas de muito ritmo dançante que facilmente
envolve os ouvintes. O grupo existe há um ano, com artistas de diversas
formações, em teatro, canto coral, canto popular e percussão,
e tem os seguintes integrantes: João Invenção (violões
e voz), Camila Nascimento (baixo e voz), Diana Souza (voz), Glauber Coimbra
(percussão e voz), Araka(percussão e voz) e Kika Menezes ( percussão
e voz).
Conjunto Engole o Choro
Com uma formação reduzida e um repertório em constante
reformulação e ampliação, o conjunto Engole o
Choro defende a bandeira da música popular brasileira com suas novas
interpretações. Formado pelos músicos Bisdré (violão
de 7), Renan Bragatto (bandolim), Lucila Ferrini (Flauta) e Rodrigo Leal (pandeiro),
o quarteto dedica-se exclusivamente à música popular brasileira
com especial atenção para o choro, mostrando novos arranjos,
composições próprias e uma maneira muito particular de
execução. Formado por estudantes do curso de graduação
em Música da UNESP, o conjunto começou a se apresentar com regularidade
nas noites de quinta-feira no Gondos bar, no bairro do Ipiranga em 2008. Nessas
apresentações, foram executadas obras de Dorival Caymmi, Ary
Barroso, Vinícius de Moraes, Eduardo Gudin e Nelson Cavaquinho, Jacob
do Bandolim, Pixinguinha, entre outros. O quarteto tranformou o informal Gondos
Bar em ponto de encontro de amantes da música e jovens chorões
do bairro, além de ser a única roda de choro do tradicional
bairro. No final de 2008 e começo de 2009, o conjunto Engole o Choro
fez parte da programação de educação e cultura
do CEU passando por 14 unidades contando e mostrando para os alunos a história
e evolução desse ritmo tipicamente brasileiro. Além de
representar o Instituto de Artes da UNESP em diversas apresentações
pelos campi do interior de São Paulo. Recentemente o conjunto se prepara
para gravar seu primeiro disco somente com composições próprias.
Duo Catrumano
Formado por Elias Kopcak e Rodrigo Nali, o Duo Catrumano - Instrumental de
Violas Caipiras - dedica-se a explorar as possibilidades deste instrumento
tão brasileiro e ao mesmo tempo, tão universal; através
de arranjos e interpretações refinadas, desde os clássicos
da música de raiz brasileira, à bossa nova e ao jazz.
São quatro mãos que compartilham sonoridades e recriam a boa
música instrumental, caipira e sempre brasileira.
Forró do Feijão
O Forró do Feijão é um grupo instrumental que mistura
choro e forró, trazendo em seu repertório desde clássicos
de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Pixinguinha, Luiz Americano, até compositores
mais modernos como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Hamilton de Holanda,
além das composições próprias do grupo. O grupo
é formado por: Thiago França (sax e flauta), Gian Correa (violão
de 7), Henrique Araújo (cavaco), Léo Rodrigues (pandeiro e percussão
geral), Alison (zabumba).
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